segunda-feira, 17 de novembro de 2008

Halloween *atrasado*

  • Porque razão e que os zombies terão a necessidade de gemer e rugir, em vez de falar normalmente?
  • Uma vez que durante vivos falamos, quando nos tornamos mortos-vivos (zombies) só emitimos sons, será que depois da morte, estaremos todos destinados a nao conseguir falar de todo?
  • Os zombies sao conhecidos pelo seu estranho, cansado e dificil andar (e maior parte das vezes, com um acentuamento deste, numa particular perna). Será que os zombies que tiveram como causa de morte (ou talvez 'meia-morte') asfixia se sentem ostracizados e desprezados?
  • Os zombies sao tambem conhecidos pela maneira como esticam os braços ortogonalmente ao corpo, como maneira tentarem agarrar, mexer, tocar o que vem a frente. Sera que isto é um sinal que, ao se tornar zombie, o nosso nivel de miopia aumenta dramasticamente? Ou um sinal que nos tornamos mais caprixosos ao ponto de apontarmos para algo que queremos muito, e nao nos darmos ao luxo de nos mexermos com o objectivo de ir buscar esse algo, mas sim esperarmos que alguem note que queremos e se mova em vez de nos?

sábado, 25 de outubro de 2008

O que é que diz uma impressora para outra aquando dum mau cheiro?
"foi "impressão" minha ou borraste-te toda?"

segunda-feira, 13 de outubro de 2008

Slogan para prevenção de gravidez mutante:
Mais vale um perservativo na mão que um bébé a voar

domingo, 14 de setembro de 2008

É Impressionante a versatalidade da lingua portuguesa, ora vejamos.
Imaginemos uma recepcionista de hotel que diga:
"um quarto para as três?"
Neste caso estará a:
1-dizer as horas
2-actuar como um qualquer chulo de prostitutas
3-ser prestável enquanto recepcionista
Genius! =D

segunda-feira, 1 de setembro de 2008

Rainbowish Tales of the awkard and random journeys - Part 10

O mundo encantado da channel. Era o paraíso para qualquer ser feminino. Tive que apressar-me, pois já estava atrasado para o meu encontro com o Sr. Channel (caso o leitor não saiba, o Sr. Channel é o dono deste universo). Passei por umas quantas lojas da channel, e uns quantos bares de chá channel, até que por fim, cheguei ao prédio channel nº1. Era um prédio terrivelmente assustador. Tinha a forma de uma esfera, mas com um buraco no meio. Tal e qual como um donut. Depois, um vermelho vivo dominava este edifício, com pequenas pintas pretas transparentes à volta das janelas. As janelas! Milhares e Milhões de janelas preenchiam este robusto prédio.
Enquanto esperava na sala de espera (esta onde curiosamente não haviam janelas), consegui ouvir gritos de pânico vindos de um piso inferior ao meu. Foi bastante assustador, mas não podia fazer nada. Nem sequer comentar às vendedoras de perfume channel, ou mesmo à pessoa que estava sentada ao meu lado. Pois todos nós sabemos como as coisas funcionam no mundo encantado da channel. Comecei a interrogar-me se teria valido a pena toda esta viagem. Se era isto mesmo que eu queria fazer, porque, mal entrasse na cozinha de reuniões, não iria haver maneira de voltar atrás. Mas os meus profundos e filosóficos pensamentos foram interrompidos ao ouvir chamar o meu número de sapato. Chegou o momento.
Mal enfiei o pé direito na cozinha de reuniões senti logo o cheiro característico do Sr. Channel. Aquela mistura de casca de banana madura com nutela endurecida não enganava ninguém. À minha frente encontrava-se uma mesa, com talvez 30 metros de comprimento. Papéis de todas as cores enfeitavam-na, casacos de peles cobriam o chão velho, perfume caía do tecto como chuva. A cozinha encontrava-se tal e qual como a tinha visto pela última vez, há 90 anos atrás.
Procurei a cadeira mais próxima da minha pessoa e sentei-me nela. E ali estava eu. Frente a frente, novamente, com o Sr. Channel. O cabelo, liso e gordurento, tinha agora invadido a sua cara, não deixando nenhum bocado de pele à vista. Os seus olhos, rectângulos brancos florescentes, brilhavam como os de uma criança quando encontra um brinquedo perdido numa caixa de areia. Sim, era ele finalmente.
Deixamo-nos estar ali, durante mais umas horas, observando-nos um ao outro. Até que, finalmente, ele despiu-se. Lentamente, retirou com delicadeza o seu vestido cinzento da channel, ficando só com as suas cuecas channel. De seguida, sentou-me ao meu lado, e posicionou as suas mãos em forma de pirâmide, em cima da mesa. “É assim que quer?” pergunta-me ele, com os olhos fechados. Hesito. Toda a minha vida aparece diante os meus olhos como um flash, em 3s segundos. “Sim.” Respondo eu, com uma certa insegurança. “Muito bem. Assim será.” Retorquiu ele com um ar um pouco enervado. Num movimento rápido e brusco, o Sr. Channel ergue-se e enfia as suas delicadas mãos dentro das suas cuecas channel, e começa a remexer no seu interior. E ali estava eu, já com suor a escorrer-me pela pele, como o sangue corre nas minhas veias, frente a frente com o Sr. Channel e as suas cuecas. De repente, ouve-se um tímido miar. O Sr. Channel congela, e franze as sobrancelhas peludas. Depois, sorri. Ao retirar as suas mãos do interior das suas cuecas, um pequeno gato com penas amarelas com orelhas redondas aparece entre as suas mãos. Por momentos deixei de respirar. Ali estava ele. Finalmente o gato de penas amarelas com orelhas redondas. Não conseguia acreditar. Tinha conseguido seduzir o Sr. Channel a dar-me o seu gato de penas amarelas com orelhas redondas, cuja baba continha …

quarta-feira, 16 de julho de 2008

Rainbowish Tales of the awkard and random journeys - part 9

...ao chegar, qual não é para meu espanto quando tudo em meu redor é feito de C´s . E para um pacato ser como eu subsistir naquele ambiente apenas poderia socorrer-se de locais e lojas começadas por "c". Desta forma, quem quisesse comprar 150g de fiambre não iria ao supermercado mas sim ao Centro Comercial, quem quisesse arranjar sapatos teria de ir à charcutaria(há falta de melhor). Para minha infelicidade tinha um problema hemorróidas, logo não fui a um médico mas sim a um contabilista, receitou-me um balancete provisional do meu tormento anal juntamente com uns ricos exercícios de lançamentos contabilísticos todas as manhãs.
Na manhã seguinte espantei-me com a minha compostura pois só no momento ao acordar notei que só trazia vestido o meu
lençol sagrado de néon, corri de imediato para algures a fim de encontrar algumas vestes essenciais. Faltando Prontos a vestir na cidade dirigi-me então para os Correios, onde para o meu pedido de roupa me forneceram uma caixa de encomenda enclausurando-me lá dentro e carimbando-a consecutivamente para destino desconhecido( uma vez que dentro de tal caixa não sabia para onde ia).
Dias depois, tendo sobrevivido á base de bichos da seda que um funcionário dos correios hippie tinha albergado na caixa de encomenda cheguei finalmente ao meu destino. Destino esse que era...

sexta-feira, 11 de julho de 2008

Rainbowish Tales of the awkard and random journeys - part 8

...Já cansado, cambaleei para aqui, e para ali, e mais um pouco para aqui, interrogando-me interiormente, quando chegaria eu ao final desta demanda. Dei mais uns 2 passos e meio, dei uma pirueta, sentei-me no chão, fiz uma posição de yoga e decidi ir tomar comer uns micróbios a um café. Depois de encher o meu corpo com aquelas criaturas deliciosas, voltei novamente ao meu caminho.
Terra do não sei que, terra do não sei que mais, terra da...erm....terra, etc etc, mas nada da terra dos neons exorbitantes e estroboscópicos! "Bolas saltitonas amarelas!"grito eu em tom feminino. Por momentos pensei que estivesse perdido...Por isso, ajoelhei-me e fiz umas quantas rezas aos Deuses dos Sapos renova active. Não queria desistir. Dei mais uns 2 ou 3 passos, e avistei uma estranha placa de mercúrio, a dizer: terra dos neons exorbitantes e estroboscópicos. Não consegui evitar saltar de alegria durante 2s minutos. Por isso...saltei durante 2s minutos. Como o leitor já deve ter percebido, não encontrei nada mais nada menos que um monte de bichinhos neonis exorbitantes e estroboscópicos a beberem-se uns aos outros (sim, as luzes adoram beber-se umas as outras). Ao principio também fiquei escandalizado e com um pouco de receio que eles me quisessem beber também, pois estava pintado de metálico e de tromba de aspirador ao nariz. Aproximei-me um pouco deles, e para surpresa a minha, estes estranhos bichos não tinham olhos! Nem nariz! Nem orelhas! Eram tão adoráveis como ursos de peluche sem olhos nariz e orelhas. Tive que resistir à tentação de os abraçar e sussurrar: "aíaí coisinhas fofinhas do papa!".
Percorri a cidade em pontinhas dos pes, para não dar nas vistas a minha presença, e fui falar com o Mayer. "Sihijibimikiji!"*
1 disse-me ele. Sem receio, respondi-lhe corajosamente: "siiiiiiiiiipi"*2. "Sivimijiú! JómiyayÁ!"*3 retorquiu o Mayer com um sorriso invisível na cara. "Sisiki."*4 agradeci eu calmamente, recuando sem virar as costas até chegar ao fim do território do Mayer.
Diriji-me à banca do lençol sagrado de neon, e roubei-o. Depois, enrolei-me nele e segui o meu caminho para a cidade dos 'C's....

*
1Sihijibimikiji = Bom dia caminhante. Havera alguma coisa que o meu povo poderá fazer por si?
*
2siiiiiiiiiipi= Boas. Se não lhe desse muito trabalho, eu queria roubar o lençol sagrados de neon.
*
3"Sivimijiú! JómiyayÁ!"= Ah finalmente! Sim sim, faça favor de roubar o nosso mais precioso bem! Volte sempre!!
*
4 "Sisiki."= obrigada pela vossa hospitalidade.

Contribuidores