domingo, 19 de julho de 2009

domingo, 12 de julho de 2009

Rainbowish Tales of the awkard and random journeys - Part 13

Estava constatado que este redutor gaiato de duende viria a ter um lugar bastante preponderante nesta encruzilhada que é a minha fugaz e obstinada aventura.
Este mesmo fantasioso ser não tinha desaparecido simplesmente, mas sim teletransportou-se para uma dimensão extra-planetária não localizável à partida.
Acordei, e de pacote de rebuçados apastigados de sabor a maça de cogumelos de morango e chantilly azuis na mão, não retrocedi pensares, e tomei desde logo um desses mesmos deleitos açucarados divinais. De repente, e como de um efeito extra-sensorial se tratasse, todo o meu corpo revestiu-se de um “manto” de calafrios repentino, seguido de uma drástica redução do tamanho do meu corpo até a um ponto microscópico. Logo de seguida, inesperadamente, fui sucumbido pelo enorme poder de sucção de um aspirador situado mesmo por baixo da minha cama (que teria sido presumivelmente deixado em lugar estratégico por este aparente maléfico pigmeu fantasioso).
Fui então sugado para dentro do cano do aspirador. Fungos, partículas de bolor, de pó e pulgas eram agora os meus companheiros nesta viagem alucinante. Imaginem-se a andar num parque aquático. Agora imaginem que alguém trocou a canalização de água dos escorregas por canalização de esgoto, pronto, esse era eu! Sendo puxado por este aparente infinito túnel de alarvidades cheguei a um patamar final onde me deparei com uma barreira liquida feita de um composto de ácido sulfúrico, soda cáustica e corantes coloridos. Era certo e sabido que um trespasse deste obstáculo igualava um trespasse para a santa vida por isso mesmo, nesse mesmo momento, não percebendo muito bem porquê, decido sacar da minha bisnaga e esguichar o que quer que esta mesmo tivesse! De repente, as esperanças continuavam vivas pois tinha destroçado esta barreira e superado este obstáculo.
Posteriormente algo surreal tomou lugar, um clarão ofuscante emergira diante dos meus olhos, era certo agora que tinha entrado numa dimensão que ecoava toda e qualquer voz, ou seja, uma realidade paralela, elaaa, elaaa…

domingo, 21 de junho de 2009

quinta-feira, 11 de junho de 2009

"Atirei o Pau ao gato-to-to, mas o gato-to-to, não morreu-eu-eu, Dona Chica-ca-ca, assustou-se-se. Com o berro-com o berro, que o gato deu, miauuu!!!"

Ok, ou esta canção ensina homens a serem gagos logo desde miudos, ou a rima/relação metafórica com as palavras "morreu/eu" é demasiadamente emo para o meu gosto

sexta-feira, 24 de abril de 2009

Cenas que só a sanita percebe!...

Uma coisa que eu nunca percebi, foi a razao de se dizer "vou fazer cocó" quando este já esta feito...

sábado, 14 de fevereiro de 2009

quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

Rainbowish Tales of the awkard and random journeys - Part 12

Em demasia…o calor era insuportável. Eu e o meu fiel felino suamos tanto, mas tanto, que o nosso cheiro intolerável do suor formou uma mini atmosfera a nossa volta, que nos protegia do calor que aumentava cada vez mais, e dos horríveis raios ultravenianos vindos de Vénus. Foi uma terrível aventura, pois encontrávamo-nos mesmo no meio da guerra civil dos átomos (esta que existe há mais de duzentos anos, pois os nitrogénios em tempos antigos, pregaram uma partida aos átomos de oxigénio, roubando-lhes as sanitas.). Para onde quer que nos virássemos, encontrávamos sempre um átomo de oxigénio e outro de nitrogénio a tentarem-se matar das maneiras mais horrendas possíveis.

Até que chegamos ao topo da termoesfera. Que grandiosa camada esta era! Milhões e milhões de partículas vivam as suas vidas em paz. Podia-se observar moléculas a beijarem-se, a fazerem compras, a passearem as suas moléculas bebes, etc. O ambiente era tão harmonioso e agradável, que era como se tivéssemos no céu.

Deixei o meu felino descansar em cima de uma nuvem moldada em forma de nenúfar, e caminhei de nuvem em nuvem, em direcção ao Deus supremo de tudo, Zeus. Este encontrava-se no seu jacuzzi particular de água fria, a comer raios provenientes do rabo dele.

Pedi se me poderia vender uns quantos raios vindos do seu rabo (cujos puderes eram magníficos), e este respondeu que, com muito agrado, dar-los-ia gratuitamente. Dizendo depois que como a viagem parecia ter sido bastante cansativa, que nos deixava passar a noite, no conforto do hotel nuvel.

Radiante da vida, fui buscar o meu felino e caminhamos para o hotel. Era unicamente feito de nuvens. Mas estas nuvens eram amarelas, parecia que alguém tinha urinado para lá. Como ainda tínhamos a nossa bolha a protegermo-nos do calor, as primeiras impressões com os restantes dos convidados no hotel, como podem esperar, foram estranhas, no entanto, isso não importa nada para a história. Mal cheguei a minha cama feita de nuvens, adormeci.

Até que, acordo a meio da noite, com um barulho estranho de alguém a babar-se. Olhei para debaixo da cama, e era um duende! Um duende com dois cabelos e olhos no canto da boca, e de tamanho de um canivete! Mas não deixava de ser um duende! Este encontrava-se a comer os meus sapatos, com tal apetite… como se tratasse de lasanha. Não sabendo bem como, começamos a conversar sobre o ambiente e a crise económica, dando por mim a citar frases de Plutão e Aristóteles, e discutindo sobre os governos. Conversa, puxa conversa, e descobri que ele andava numa busca do ‘homem com a bisnaga’. Aí, petrifiquei. Teria, este duende, alguma influência na minha demanda? Apalpei o meu bolso direito, como que um acto involuntário, e pude sentir a bisnaga que antes de sair de casa coloquei dentro do meu casaco (que é parecido ao do mourinho). O duende não falou. Ficamos assim. Espantados um com o outro. Até que o pequeno retirou um saco de rebuçados apastigados de sabor a maça de cogumelos de morango e chantilly azuis e passou-o para as minhas mãos. Ninguém teve coragem para dizer o que quer que fosse. Repentinamente, o duende começou a encolher-se, tanto, mas tanto, ao ponto de desaparecer. E eu, eu caí nesse momento, ficando estendido na cama.

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